Em sua segunda semana, ‘Chatô’ dobra o número de salas em cartaz

Por guilherme genestreti

O filme “Chatô”, de Guilherme Fontes, pode não ter feito uma bilheteria estrondosa em sua semana de estreia –R$ 200 mil de arrecadação, com um público de 11,6 mil pessoas entre quinta (19) e domingo (22)–, mas fez a segunda melhor média de público/sala daquele período: 610.

Nesse quesito, perdeu apenas para o último episódio da saga blockbuster “Jogos Vorazes”, que entrou em cartaz no mesmo dia. É o que explica as sessões lotadas de “Chatô” nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, onde filme estreou em apenas 19 salas.

Marco Ricca vive Assis Chateaubriand em "Chatô"
Marco Ricca vive Assis Chateaubriand em “Chatô”

Na semana seguinte, contudo, o número de salas mais do que dobrou: saltou para 45 salas e em mais Estados: Bahia, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Distrito Federal, Mato Grosso, Amazonas, Paraná, Goiás, Minas Gerais e Santa Catarina. Os dados são do Filme B, portal que monitora dados do cinema nacional.

A tendência, claro, é que o saldo dessa segunda semana alavanque a bilheteria, embalada em grande parte pela curiosidade em torno de um filme que demorou 20 anos para sair –os números definitivos de sua segunda semana em cartaz só saem na terça-feira (1º).

Na cidade de São Paulo, o filme está em cartaz em nove salas; entre as produções nacionais, só perde para o documentário “Chico –Artista Brasileiro”, de Miguel Faria Jr., sobre Chico Buarque, e para a comédia “Bem Casados”, de Aluízio Abranches, que estreia nesta quinta (3).